bate volta Piracicaba

Depois de uma eternidade, conseguimos novamente sair para um bate-volta. Edna agitou, agitou, até que conseguiu marcar um almoço com todo mundo. Tá bom… a maioria foi de carro. Mas o importante é que conseguimos reunir o grupo todo outra vez. Cada um com seus problemas. Saúde, família, CNH bloqueada, viagens, trabalho, etc… Mas o legal é que, apesar de tudo, todos se esforçaram para conseguir ir ao encontro. Aliás, o encontro foi marcado em Piracicaba, porque a Cláudia estava fazendo um curso por lá e, se fosse em outro lugar, ela não poderia ir.

O ponto de encontro foi no Posto do Oi na Bandeirantes, às 09h00. Mas adivinhem quem chegou primeiro, por volta das 08h00??? O Belo !!!!  Smiley surpreso Inacreditável. Belo/Céu, João/Magda foram os únicos a irem de moto e os primeiros a chegar. Depois o Belo explicou porque chegou cedo. O celular dele já estava no horário de verão. Então, ele pensou que era uma hora depois. Por isso ele chegou cedo Smiley piscando. Aos poucos, o resto do pessoal foi chegando. Sidnei/Edna, Manolo/Rosana, Edson (a Cláudia já estava em Piracidaba), Pivão/Bandita e por último, Wanzer/Soninha. Nem precisa dizer que foi uma farra. Muito tempo sem se encontrar, então tinha muita fofoca pra colocar em dia.

Finalmente saímos para pegar a estrada. Paramos na saída do posto para uma foto, batida pela Bandita, com muita dor no coração, pois tava quase todo mundo de carro. Muito maluco, um grupo de motociclistas fazendo bate-volta de carro. Viagem tranquila, sem contratempos. Apesar de que todo mundo morrendo de inveja do Belo e do João em suas motos. Marcamos num restaurante à beira do rio. Pessoal super simpático e atencioso. Comida boa e bem servida. Papo bom, clima agradável e muita farra. Aproveitamos e festejamos os aniversariantes de setembro e outubro, que foram: Soninha, Wanzer, Manolo e Selma. Com direito a bolo de chocolate e velinhas, como nos velhos tempos. Depois, cada um de volta pra casa. E dessa vez, nada de comboio, cada um por sí.

Valeu muito a pena, mesmo sem ir de moto. A gente tava mesmo precisando desse encontro, pra matar a saudades. Agora, vamos ver se conseguimos um novo encontro em breve.

Anúncios

Fim semana em Bauru

CLIQUE AQUI     para ver um filminho de trecho das motos na estrada. Cortesia do Ricardo e Casão.

A Edna e a Eva combinaram um passeio para Bauru, para visitar a Vanda e o Marcos Tonini. E resolvemos estender o convite a nossos amigos comuns. Mas só Belo e Céu, Cláudia e Edson e Rosana e Manolo toparam, o resto não pôde, infelizmente. Do outro lado, além do Mineiro lógico, a Mônica topou na hora e o Thiago e Cynthia também toparam. Do lado da Vanda, foram convidados o Ricardo e o Casão. Estávamos em 5 motos (6 com o Tonini) e 4 carros. É… o povo já não é mais mesmo.

Marcamos saída no posto 60 da Castello, às 09h30, para dar tempo da Cláudia e o Edson chegarem numa boa, pois viriam de S. J. dos Campos. Combinamos de sair às 10h00 em ponto. Na hora da Edna pegar a moto, surpresa, bateria arriada. Fizemos uma carga rápida e ainda chegamos na hora. Mas mesmo assim, adivinha quem atrasou? Claro, o irlandes, que chegou na hora que estávamos todos em cima da moto, prontos para pegar estrada.

Seguimos viagem até o km. 193, em Pardinho. No caminho, uma parada forçada para pegar o baú da moto da Edna que se soltou, mas não chegou a cair. Nós o colocamos no carro da Cláudia/Edson e seguimos viagem. No posto, encontramos o Tonini e seus amigos. De lá seguimos para Bauru por uma serra muito legal. Fomos direto para a casa deles, onde fomos recebidos com cerveja e feijoada. Hmmmm. A Vanda cozinha realmente bem!!! Vimos Portugal perder para o Uruguai durante a comilança, para tristeza do Belo. Rosana e Manolo não ficaram para a sobremesa, pois tinham compromisso com a mãe da Rosana.

Depois disso fomos para o hotel dar uma relaxada. Saimos por volta das 20h30 para um boteco, Bendito Santo Botequim, indicado pela Vanda. Mais cerveja, chopinho e alguns petiscos, muita conversa jogada fora, muita alegria e descontração.

No dia seguinte, domingo, a Vanda e o Tonini apareceram para tomar café com o grupo no hotel. Mas Ricardo, Eva, Mônica, Thiago e Cynthia já tinham pegado estrada. Após o café, montamos o baú da moto da Edna. Eu tinha feito na noite anterior, mas no escuro e com alguma cerveja que tinha tomado, não ficou muito bom não, kkk. Nesse momento, vimos um pedaço de metal enfiado no pneu traseiro da moto dela. Tonini nos levou até um posto de gasolina, já na estrada, para fazer os reparos. No fim, o pneu não estava furado, mas foi bom a precaução. Obrigado a Vanda e ao Tonini pela força que nos deram.

Nos despedimos deles e pegamos estrada. Cláudia e Edson se separaram logo no início para pegar outro caminho para S. José. Nós paramos no Maristella para um café e seguimos em frente. Recebemos msg do Mineiro e Eva, comendo parmegiana. Chegamos todos bem.

O passeio foi ótimo. Bom para reencontrar amigos e conhecer novos amigos. Fomos muito bem recebidos pela Vanda e Tonini. Eles realmente sabem receber os amigos. Cerveja, cachaça, feijoada, tudo do melhor. E também a companhia e a força que nos deram durante a estadia. Valeu gente.

Estrada real –parte 2

 

Caminho do Sabarabuçu

Sabarabuçu em tupi-guarani significa literalmente: ¨pedra reluzente grande”

Há cerca de trezentos anos, as serras íngremes do trecho, cortadas por cursos d’água como o rio das Velhas, eram vistas como verdadeiros tesouros, onde seria possível achar ouro e outras pedras preciosas. Essa crença se devia ao brilho que a atual Serra da Piedade (antigo Pico de Sabarabuçu) tem. O que os bandeirantes imaginavam ser ouro é, na verdade, o minério de ferro do topo da montanha, que reflete a luz do sol. Para chegar até a serra que reluzia, esses viajantes buscaram uma rota alternativa entre Ouro Preto, no Caminho Velho, e Barão de Cocais, no Caminho dos Diamantes.

 

Foi aí que surgiu o Caminho de Sabarabuçu. O caminho segue margeando o rio das Velhas e tem a Serra da Piedade, do alto dos seus 1.762 metros, como um dos atrativos. Além da mítica história da serra que reluz, ela servia também como referência de localização para a chegada às minas a partir de Raposos, Sabará e Caeté. Os 160 km do Caminho de Sabarabuçu estão divididos em 6 trechos, onde cada um dos trechos guarda atrativos turísticos que vão do turismo natural ao histórico, cultural e religioso – são dezenas de igrejas e festas populares.

 

Dos 160 quilômetros 22,5% são de trilhas (36 km). Os outros 82% são de estrada de terra (124 km).    

Bom, com a greve dos caminhoneiros ou não, eu (Wanzer) e o Belo resolvemos sair na quinta feira dia 31 de maio

Marcamos no posto Grall Mairiporã na Fernão Dias, saída as 7:30 hs

Eu levava um galão de gasolina de 10 litros por precaução.

Rodamos por 200 km e no trevo de Pouso Alegre, sentido contrário, vimos um posto com uma fila pequena atendendo, retornamos e abastecemos.

De volta à pista rodamos até Betim e novamente deparamos com um posto no sentido contrário que também estava abastecendo. Olhei a fila e… OBA… era pequena. Retornamos e fomos pra fila, mas … a fila era pequena porque tinha ruas que cortavam e aí a fila era interrompida e depois continuava. A fila era grande!

Ficamos ali até chegar nossa vez, uns 45 minutos. Abastecemos e seguimos sentido Caeté 80 km a frente.

Chegamos na serra da Piedade,

https://pt.wikipedia.org/wiki/Serra_da_Piedade

Lugar muito bonito, umas curvas fantásticas e um visual 10.

Subimos até o santuário, um lugar mágico, um visual e um pôr do sol maravilhoso.

https://destinostopparavisitar.com/o-que-fazer-e-onde-ficar-em-serra-da-piedade-caete-mg/

Lá fomos conhecer a igreja. Esperamos o pôr do sol e compramos o famoso queijo da caverna.

No Santuário Nossa Senhora da Piedade, há 60 anos, Frei Rosário descobriu um verdadeiro tesouro garimpado numa pequena caverna na encosta da Serra. Ao comprar queijos artesanais frescos e armazenar na pequena lapa para maturá-los, descobriu que o clima e as condições do local faziam desenvolver um fungo que lhes proporcionava uma maturação especial, formando uma crosta e dando-lhes um sabor inigualável.

Nascia assim à tradição do Queijo da Caverna, que está restabelecida por funcionários do santuário 10 anos após a morte do Frei Rosário.

http://portaldoqueijo.com.br/curiosidades/2018/05/31/maturacao-especial-conheca-o-queijo-da-serra-da-piedade/

http://redeglobo.globo.com/globominas/terrademinas/noticia/2015/05/receita-de-queijo-de-caverna-e-resgatada-em-caete-em-minas-gerais.html

Bom já era noite, o sol já havia se escondido, as pessoas também já tinham descido e nós também resolvemos descer e procurar um hotel para descansar, pois amanhã tinha mais, ainda bem…

Fomos para Caeté, paramos e perguntamos onde teria um hotel e nos informaram que o hotel Casino era muito bom. E lá fomos. Realmente era bom, simples, mas bom.

Descarregamos, banho e saímos para comer e, também, tentar encher o tanque das motos. Nos deram uma dica de um restaurante simples, mas que teria uma salada e umas cervejas. Fomos, bebemos, comemos e na volta tentamos abastecer, mas só tinha álcool, e eu prefiro cerveja, então fomos descansar.

No outro dia, pela manhã, tomamos café e saímos para começar a brincadeira. Logo próximo ao hotel tem um posto de combustível, uma fila grande. Conversamos e eu fui para o fim da fila enquanto o Belo foi se informar se teria gasolina ou somente álcool.

Voltando ele informou que tinha gasolina e que também teria uma fila exclusiva para motos. Sorte, só tinha 3 motos na nossa frente. Abastecemos e estrada, de terra, CLARO!

Bom, entramos na estrada, paramos e fomos murchar os pneus. Baixei os meus, o Belo também e começamos a rodar. A 12 km de Sabará paramos para fazer uma foto com o marco da estrada real embaixo de uma ponte da estrada de ferro. Fotos feitas, sai e reparei que o meu fiel escudeiro não estava no retrovisor. Parei, dei o tempo que ele deveria chegar. Não veio. Voltei 300 metros mais ou menos e lá estava meu amigo, sem capacete, com o pneu da frente murcho. Bom, tentamos encher com o compressor, mas não subia. Resolvemos então seguir assim mesmo, com pneu furado. Esta é uma grande vantagem da terra, poder andar com pneu murcho.

Chegamos em Sabará, paramos uma motoca, perguntamos onde teria um borracheiro e o amigo nos levou até um.

Chegamos no borracheiro. Enquanto aguardávamos ele terminar um serviço pra pegar na moto do Belo, fui abrir o baú da minha moto e a minha chave estava quebrada. Na minha mão os dois pedaços. Bom, seria só achar um chaveiro, ele faz uma cópia, certo? Não …

O meu amigo IRLANDÊS me convenceu a colocar o pedaço quebrado dentro e virar com o toquinho da outra parte. Aí eu pergunto:

– tem certeza

Ele responde:

– Eu sou irlandês, já fiz isso várias vezes!

E colocou o pedacinho da chave na fechadura do baú e tentou virar para abrir com o outro pedacinho.

TENTOU, TENTOU, TENTOU…

E aí eu tive que achar um chaveiro que tirasse o caco de chave que estava lá dentro pra poder fazer uma cópia.

Bom, aprendi que Irlandês é Irlandês mesmo…

Me deve um bacalhau por esta!

Tudo certo seguimos.

Em Honório Bicalho, uma cidadezinha pequena, reparei que o pedal de cambio da minha moto estava enroscando. Paramos, e de fato tinha gasto a engrenagem do pedal, e o parafuso que dá aperto já não estava mais fazendo seu papel. Bom, pedal de cambio aqui não vou achar. Perguntamos onde teria um soldador e nos informaram que logo a frente, 50 metros, mora um serralheiro.

Batemos palma, a esposa dele veio nos atender e disse que ele estava em uma obra. Expliquei que éramos de SP, que estávamos fazendo a Estrada Real, o que havia acontecido e que precisávamos de um favor dele. Ela, muito prestativa, diz que ligaria para o celular dele. Após ter ligado, nos disse que ele viria nos atender.

Enquanto isso desmontamos o pedal e o Sr Geraldo, esse é o nome do serralheiro que nos atendeu, soldou a peça. E quando fui pagar:

– Geraldo quanto de devo.

Ele diz:

– Vou te cobrar nada não sô.

Insistimos em pagar, mas ele realmente fez questão de não receber nada.

– Deus te pague.

E fomos embora.

Seguimos para Rio Acima e depois Glaura, que é a cidade onde termina estre trajeto.

Chegando em Glaura, paramos para ver o pôr do sol.

Lindo, lindo… sem palavras.

Bom o Rei se pôs e nós teríamos que achar onde carimbar o passaporte e, também, um hotel para ficar.

Seguimos até próximo ao centro de Glaura e fomos nos informar sobre hotéis. Glaura é tão pequena que não tem hotel na cidade, somente na área rural, e pra carimbar o passaporte seria no hotel Recanto das Montanhas. Aí fomos lá com a intenção de carimbar nosso passaporte e se o preço fosse bom, ficaríamos.

De onde estávamos seria 6 km de terra.

Legal, voltamos e entramos na estrada que dá acesso ao hotel, 3 km da estrada real.

Bem quem conhece mata Burro?


Mata-burros
são dispositivos que impedem a fuga do gado em propriedades rurais, como pontes, normalmente de madeira, concreto ou aço. Estes estrados são instalados em cima de valas, que permite que este mecanismo desencoraje os animais a atravessar a porteira e fugir da propriedade.

http://www.hojemais.com.br/andradina/noticia/policia/bombeiro-resgata-cavalo-que-caiu-em-mata-burro

http://outraspalavras.net/mauricioayer/tag/mata-burro/

 

No interior de SP os mata burros são na horizontal. Em Minas também, e também tem na vertical, estes são f….

Bom já era noite e seguimos. Faltando uns 500 mts pra chegar no hotel, vi um destes. Sim, na vertical. Parei, olhei, achei um lugar pra passar sem que a roda entrasse dentro já, que na diagonal não dava, pois tinha um vão no meio. Esperei o Belo parar atrás, engatei e passei. Uns 50 mts a frente parei e a luz da moto do Belo não vinha, estava parada. Bom daí pra frente só com autorização por escrito.

Chegamos ao hotel. Fomos muito bem recebidos pelos proprietários, que sabiam que estávamos atrás do carimbo. Combinamos um preço e ficamos em um só quarto, os dois.

Arrependimento.

O cara ronca a noite toda, não dormi …enfim deve mais um bacalhau. Já são dois desta viagem.

Tomamos umas cervejas, jantamos, jogamos conversa fora, fizemos amizade com o pessoal do hotel e com os hóspedes.

Fomos dormir. Pela manhã tomamos café e resolvemos voltar, já que o caminho do SABARABUÇU está feito e, com o receio da gasolina, voltamos.

Pegamos sentido Cachoeira de Minas, 20 km de Glaura, para poder abastecer. Chegamos ao posto, uma fila de 1:30.

Abastecidas as motos, seguimos para SP. Paramos faltando 300 km de casa, usei a gasolina do galão (aquele que saiu de casa cheio) e tocamos. Paramos novamente em Atibaia para colocar gasolina e as 20 hs estávamos em casa.

Viagem nota 10.

Companheiro sem preço, apesar de ser irlandês.

Foram 1.750 km de brincadeira.

Muitas risadas.

Algumas trapalhadas.

Mas tudo faz parte da viagem.

Mais um caminho da Estrada Real completado.

Falta agora o Caminho Velho, que pretendo fazer em partes, sem pressa.

Até a próxima e que seja em breve.

Estrada Real

Estrada Real

A Estrada Real é a maior rota turística do país. São mais de 1.630 quilômetros de extensão, passando por Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Hoje, ela resgata as tradições do percurso valorizando a identidade e as belezas da região.

A sua história surge em meados do século 17, quando a Coroa Portuguesa decidiu oficializar os caminhos para o trânsito de ouro e diamantes de Minas Gerais até os portos do Rio de Janeiro. As trilhas que foram delegadas pela realeza ganharam o nome de Estrada Real.

Nossa viagem

Nós nos programamos para conhecer este roteiro, que de fato é bonito. Fomos eu (Wanzer), Belo e Michel, um amigo que mora perto da firma. Eu e o Belo fizemos camisetas, bolamos o roteiro e marcamos para sair na sexta feita dia 27 de abril. O amigo só se decidiu na quinta e acabou não dando tempo para fazer a camiseta dele, mas saímos juntos.

O ponto de partida foi no Graal de Mairiporã as 6:30 hs. O Manolo ficou de ir tomar café, mas não nos encontramos.

Assim tocamos até Diamantina com paradas a cada 200 km.

Chegamos perto das 17 hs, achamos uma pousada simples, mas com um carinho no atendimento, que é coisa de Mineiro mesmo.

Saímos à noite para comer e havíamos combinado que pela manhã começaríamos a viagem pela estrada real. http://www.institutoestradareal.com.br/estradareal

Assim, no sábado cedo tomamos o café da manhã, arrumamos as motos e fomos retirar nosso passaporte e conhecer alguns pontos da cidade que não conhecíamos. Quando chegamos ao centro vimos que nesta noite de sábado teria a Vesperata. https://queimandoasfalto.com.br/vesperata-o-evento-musical-mais-tradicional-de-diamantina/

A Vesperata é um evento musical, onde os instrumentos do 3º Batalhão de Polícia Militar e da Banda Sinfônica Mirim Prefeito Antônio de Carvalho Cruz produzem um som de primeiríssima qualidade. O repertório é composto de canções de diversos estilos, como bossa-nova, samba, MPB, entre outros que marcaram e ainda marcam o cenário musical do nosso país.

Os músicos se apresentam lá em cima, nas janelas e sacadas dos casarões coloniais, que ficam em volta do Largo da Quitanda. Já o maestro fica lá embaixo, no centro do Largo, coordenando a apresentação. Em volta do maestro são distribuídas as mesas, que acomoda o grande público.

Ai não deu outra, ligamos pra a pousada e pedimos pra reservar os mesmos quartos e assim poderíamos assistir a este espetáculo.

Tudo certo, passaporte na mão, Vesperata garantida, vamos passear.

Fomos conhecer uns pontos no centro e depois fomos conhecer a gruta do salitre. http://diamantina.mg.gov.br/conheca-o-monumento-natural-gruta-do-salitre/

Formada de quartzito e com aspecto de um castelo medieval, a Gruta do Salitre chama a atenção de todos os visitantes, inclusive por sua acústica perfeita. Localizada a 9 km de diamantina e a 1 km do distrito de Extração (Curralinho), a Gruta do Salitre já foi palco de concertos, e cenário para produções de séries, novelas e filmes.

Após conhecer a gruta fomos ate Curralinho, uma vila próxima à gruta, onde foi gravada uma cena na porta da igreja da novela irmãos coragem nos anos de 1970. Saindo dali fomos conhecer o bairro do Biribiri onde almoçamos

A bucólica vila de ruas de terra e belos casarios, a 15 km de Diamantina. O primeiro som ao passar pelo portão da antiga indústria têxtil é o da nascente de água que brota da pedra.

http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2014/04/vila-fantasma-tombada-em-mg-ganha-novos-moradores.html

Voltamos já era tarde, fomos para pousada e a noite fomos para o centro assistir a Vesperata.

No domingo levantamos carregamos as motos, tomamos café e saímos pra começar O Caminho dos Diamantes, que se inicia em Diamantina e termina em Ouro Preto. São 395 km e 18 trechos. Dos 395 quilômetros, 26% estão asfaltados (105,9 km), e 0,5% são trilha (2 km). Os outros 73,5% são de estrada de terra (289 km).    

Tentei arrumar uma rota para o GPS, mas a que o instituto estrada real fornece é difícil. Pequei uma com um motociclista que fez o caminho há algum tempo atrás, mas são por pedaços, ou seja, de um trecho a outro tem mais de 5 ou 6 pontos. Assim desisti e fui do meu jeito mesmo.

Em cada vilarejo eu perguntava onde começava a estrada real por terra e nós íamos seguindo os marcos em uma caçada tipo Pokémon. Os marcos estão por toda a estrada real, mas em alguns momentos estão escondidos pela vegetação e em outros do lado contrário ao indicado mas não por que foram colocados errados, mas por que constroem pontes e não mudam os marcos.

Aconteceu com a gente

Chegamos em determinado lugar e o marco estava do lado direto da ponte. Sendo assim, nós teríamos que virar a direta e seguir e foi o que fizemos. Abrimos uma, duas, três … e quase dez porteiras e nada de achar o próximo marco. Então avistamos uma casa láááá embaixo e fomos até ela.

– Boa tarde! Disse eu

– tarde! diz o morador

– Somos de SP, estamos viajando pela estrada real e acabamos seguindo o marco e entrando na sua propriedade. Estamos no caminho certo?

­­- tá não sô… oceis tão dando vorta, tão fazendo bolinha… pode vortá por onde oceis viero ou pode ir pra frente, oceis vai sai no memo lugar.

– Muito obrigado, mas não conta pra ninguém que nós estamos bancando os bobos, tá bem? Falei eu num tom de brincadeira pra o Sr., uma pessoa muito simpática que deu risadas.

– pódexa! Me respondeu.

Ai nós seguimos em frente, pois para voltar teríamos que abrir aquele monte de porteiras e passar por aqueles montes de m… de vaca e por dois córregos. E indo em frente teria apenas duas porteiras e uns montes de m…de vaca que faz parte.

Saímos na estrada Real e vimos o marco. Que beleza Heee… e mais adiante chegamos novamente na ponte, agora vamos analisar por que erramos, afinal o marco está lá a nossa direita.

Acontece que havia uma ponte velha que foi desativada com a construção da ponte nova e não mudaram o marco para o lado esquerdo da ponte nova, então…

Aí olhamos pra frente e na janela de uma casa muito simples havia um casal dando risadas e eu falei

– Boa tarde!

– Boa tarde! Responderam

– Tá rindo dos Paulistas né!

– É…. entra vem tomar uma água e um café

E eu.

– Tem um cafezinho?

– Passo agora, entra. Respondeu o Sr que estava na janela

E nós entramos, fomos cumprimentados com abraços, tomamos água, batemos papo até passar o cafezinho e eles queriam que a gente ficasse pra jantar, que eles fariam uma galinha pra gente. Nós agradecemos e seguimos.

Fomos para Morro do Pilar, achamos uma pousada, tomamos banho e saímos para jantar. No outro dia, levantamos e fomos conhecer os pontos turísticos da cidade. Conhecemos o lageado, o mirante e as ruínas do Primeiro Alto-forno da América do Sul http://wwwo.metalica.com.br/primeiro-alto-forno-da-america-do-sul

Depois seguimos sentido ao Santuário do Caraça.

http://www.descubraminas.com.br/Turismo/ParqueApresentacao.aspx?cod_destino=801

Um ermitão misterioso conhecido por Irmão Lourenço descobriu por volta de 1768, na capitania das Minas, nas proximidades da Vila de Santa Bárbara, um lugar perfeito para abrigá-lo. Começa, assim, a história do Caraça

Conhecemos o lugar que é mágico, jantamos e fomos esperar o protagonista da noite, o Lobo Guará, que vem todas as noites comer na bandeja que o Padre coloca pra ele.

Bom enquanto estávamos jantando, ele também resolveu jantar e apareceu. Eram 19 horas, e eu não vi.

Mas depois do jantar fomos para a varanda onde todas as pessoas ficam esperando e o Padre estava contando sobre o santuário. Era certeza que mais tarde ele apareceria novamente, pois a panela nunca amanhece cheia, assim se diz por lá. Então fiquei ali esperando. Quando era perto das 23 hs o cara apareceu, simplesmente lindo. Nós não éramos a ameaça ao lobo. A preocupação dele é com os cachorros do mato, seu principal predador. Repare nas fotos que ele sempre come olhando para a entrada, com medo que dos cachorros.

Ali ele ficou por quase meia hora comendo, depois se foi e o sono chegou aí fui dormir.

Pela manhã acordamos, fui fazer umas fotos, tomamos café e estrada. Novamente a caça ao totem ou, como o mineiro diz, “piquete”.

Seguimos rumo a Ouro Preto, sempre com belas paisagens, serras, lagos e morros. Simplesmente lindas.

Passamos por uma parte da serra do espinhaço, onde tem uma estátua de um homem com uma viola. Fomos nos informar do que se tratava e nos contaram que ele foi apaixonado por uma moça, filha de um fazendeiro e por seu amor não ser correspondido ele se isolou em uma caverna.

http://itambedomatodentro.mg.gov.br/novo_site/index.php?exibir=noticias&ID=624

Chegamos a Ouro Preto a tarde e, como de costume, fomos direto carimbar o passaporte, este na secretaria de turismo, onde também recebemos nosso certificado do caminho dos diamantes. Por toda a viagem os passaportes são carimbados em diversos lugares, como pousadas, secretaria de turismo, centros culturais, bares, etc…

Em todos os pontos de carimbos sempre fomos recebidos com muito carinho e atenção. Em Milho Verde nos convidaram para tomar café com os hóspedes e nós experimentamos um delicioso queijo curado. Em Morro do Pilar, a dona da cafeteria foi atrás da dona da pousada para que ela nos atendesse. Quando saiu do café, falou pra nós: – toma conta ai pra mim, e saiu. Em Ipoema, a dona da pousada nos serviu um chá de erva cidreira gelado e pão de queijo. Em Mariana, a gerente da pousada pediu para fazer um café e nos serviu com biscoitos. A Estrada real tem esta magia. A recepção é marcada com a cordialidade do mineiro, ô trem bão!

Havíamos combinado que ficaríamos um dia em Ouro Preto, pois o amigo que estava com gente não conhecia. Então ficamos e fomos visitar as igrejas, igrejas, igrejas… a casa do conto e os museus. Na quinta pela manhã saímos rumo a SP. Viemos por dentro, passando por Lagoa Dourada, onde paramos para comer o verdadeiro rocambole (como é divulgado).

Passamos por Prado, pela vila do Bixinho, por Tiradentes, Sta. Cruz de Minas (cidade dos móveis rústicos), São João Del Rei e pegamos a BR de volta pra casa.

Nos 2100 km rodados, demos muitas risadas, comemos bem e bebemos mais ou menos. Mas, o mais importante, nos divertimos muito em nossa caça ao Piquete.

Assim foi nossa aventura pela estrada real no caminho dos Diamantes, ficando para uma próxima oportunidade o caminho do Sabarabuçu e o Caminho velho.

Abaixo um poema que li sobre a estrada real.

DO MAR AO SERTÃO

Nos descaminhos
um caminho
de ouro enfeitado
e diamante cravado

Num Rio de Minas
buscou o viageiro
as riquezas Gerais
de Janeiro a janeiro

Nas estradas da vida
carroça e cavalo
da mata ao cerrado
areia e barro

Na montanha, uma cruz
Um orai por nós
Na arte, o sagrado
Um reino a vós

No café com Maria
Um bom dia, Seu João
Na cozinha, casinha
de terra no chão

Real é sua lida
e seu arroz com feijão
Garimpeiros de sonhos
do mar ao sertão

ATE A PROXIMA.

Ushuaia

Ushuaia fin del mundo, ou o inicio

dfb4f2b2-8115-437e-b769-8aa36530d26c

Pra nós, o início de uma viagem e a realização de um sonho como motociclista, ir ao Ushuaia.

Já a alguns anos, sempre que passo pelo posto de gasolina Ouro Verde na Br 116, olho uma placa com os kms de alguns lugares e lá bem embaixo está Ushuaia: 5.170 km .

E sempre me perguntava, quando eu vou.

Bom chegou a hora, falei com a Sonia e ela topou.

Convite estendido ao grupo mas, um tem um compromisso outro, outro e assim Manolo e Rosana toparam.

E vamos nós!

Começamos a preparar ou se organizar, fizemos camisetas, adesivos e planos, conversamos como seria a viagem e tudo pronto.

Chegou o dia.

Viagem marcada para saída dia 29/12, o Manolo e Ro iriam dia 26.

Ficariam em Camboriú e nós sairíamos dia 29 para encontrá-los.

Chegou dia 26, Manolo e Ro pegaram a estrada. Quando chegaram no Rodoanel a moto do Manolo deu pau.

Retornaram, foram pra concessionária, mas não tinha jeito.

Não tinham a pç no Brasil. Aí vem a frustação, todo esse tempo esperando o dia D e quando chega …

Bom… quem tem amigo não morre pagão ou melhor quem tem amigos tem moto reserva, e assim, o Belo gentilmente cedeu a moto para o Manolo. Já que ele não pôde ir pelo, menos a moto vai. E nós conseguimos adiantar um dia e saímos todos no dia 28/12. Ponto de encontro foi no posto Ouro Verde na BR 116, o posto da placa que falei acima. Bom acabei esquecendo de fazer uma foto perto do mesmo, ansiedade….

Assim começamos a viagem. Tínhamos optado por ir pela BR 101, mesmo sendo 200 km a mais no roteiro. Mas ela oferece uma condição bem mais favorável que a 116 por ser dupla. Só não contávamos com um tremendo congestionamento. Foram 60 km de corredor. Acabamos dormindo em Biguaçu-SC.

No outro dia tomamos café cedinho e saímos com destino a Uruguaiana e chegamos a tarde tipo umas 18 hs .

No caminho entre várias paradas para abastecer, o Manolo foi se alongar perto da moto do Belo, quando reparou que o pneu traseiro estava montado no sentido contrário. Caramba, eu disse, então é por isso que ontem rodamos pouco, a moto queria voltar!

Brincadeiras à parte no dia seguinte acordamos e fomos fazer a troca do pneu, ou seja, inverter a posição do mesmo. Depois fomos para a fronteira fazer os trâmites.

Na parte brasileira tinha uma fila muito grande. Fiquei nela enquanto as meninas foram tomar informação. Nós brasileiros podíamos passar por um guichê que não tinha fila. Ótimo, atravessamos a ponte e passamos para o lado Argentino.

Lá a fila não era grande, mas aconteceu uma situação que só no desenho do pica pau pode acontecer

Imaginem uns guichês a sua frente onde você é atendido e na suas costas um container que é uma cabine ou algo assim.

A Sonia com os documentos na mão estava na fila, quando de repente, o documento da moto desliza da mão dela e entra numa fresta. Sim uma fresta que mal entrava a folha de papel. Aí foi …ela ficou…. E nós falamos, vamos fazer os trâmites e depois a gente vê isso.

Fizemos nossa entrada e invocamos o nosso espírito de MacGyver. Com uma antena e um rolo de fita isolante conseguimos pegar o documento da moto dela e assim ela fez os trâmites. E só risadas, pois ninguém confiava mais em deixar documentos na mão dela, principalmente se houvesse uma fresta perto.

Estrada, já eram umas 14 hs. Rodamos pela Ruta 14, estrada duplicada, muito boa até um Pueblo chamado Gualeguaychú.

Encontramos uma pousada simples, cerveja e a noite saímos uma quadra pra comer e cama. Aqui, 21 hs ainda é dia.

Na manhã seguinte café e estrada. Rodamos até Bahia Blanca. Passamos a noite do réveillon em uma lanchonete de um posto gasolina.

Bom fomos descansar e no outro dia estrada.

Tocamos até Puerto Madryn, onde nos hospedamos, pois no dia seguinte era de passeios, conhecer a península Valdez.

https://www.viajenaviagem.com/2014/11/dicas-roteiro-puerto-madryn-peninsula-valdes

Dia 03/01 pegamos a estrada com destino a Puerto San Julian.

É deste ponto pra frente que começa a Patagônia argentina e também é de Puerto Madrym em diante que os ventos patagônicos começam a mostrar sua cara, isso é, se vento tem cara. Porque a coisa é forte.

Os ventos são fortes, muito fortes. Quando se chega a Comodoro Rivadavia e Caleta Olivia, você está andando totalmente inclinado. Os ventos sopram do pacifico para o atlântico e são fortes, o pescoço é forçado o tempo todo.

Acabamos parando em Fitz Roy, um Pueblo pequeno que tem um hotel ao lado de um posto de gasolina. E foi ai onde dormimos.

No outro dia pela manhã saímos com destino a Rio Gallegos. Os ventos continuam fortes. Em determinados momentos mudam a direção, ora de frente, ora por trás, mas sempre fortes.

A Ruta 03 é uma estrada com retas intermináveis. Em determinado momento rodamos 200 km sem um ponto de parada. Toda a vegetação é rasteira, não tem uma árvore ou um abrigo sequer. E muito menos posto de combustível. Foi aí que nossos galões entram em ação.

Esta estrada não é considerada a mais bonita ou o caminho mais bonito para a patagônia. A Ruta 40 sim. Mas, tem suas belezas. Ela é florida com flores do campo por toda sua extensão. Ora são flores amarelas, roxas ou brancas, mas sempre florida. Em determinado momento roda-se quilômetros com um aroma de mel e com a beleza e curiosidade dos Wanacos, que são muitos. E muitas aves também. A gente a todo momento recebe sinal de luz do veículo no sentido contrário, nos avisando dos animais na pista, e retribuímos para o próximo, o sinal.

A vegetação parece muito com a caatinga rasteira, com arbustos de, no máximo, 30 cm e sem uma árvore ou um arbusto maior, sempre rasteira. Clima quente, muito calor no meio do dia e a noite frio.

Bom, chegamos a Rio Gallegos. Fomos para um hotel simples, dormimos e no dia seguinte estrada.

Neste dia faríamos a saída da Argentina e entrada no Chile. Atravessamos o estreito de Magalhães, rodando 40 km no rípio e saímos do Chile retornando à Argentina, chegando ao Ushuaia.

No caminho, nos últimos 100 km pra se chegar ao Ushuaia, atravessamos a cordilheira dos andes.

Diferente de quando se vai ao Atacama ou a Cusco, atravessar esta parte da cordilheira é diferente. Olhando a frente, vemos os picos nevados que a Ruta 3 vai cortando, como se as montanhas fossem se abrindo e deixando a Ruta passar por dentro. A temperatura de 17° caia pra 8, 7, 6° rapidamente. Mas não dá pra sentir frio, pois a beleza das paisagens não permite. O foco está na estrada, mas é desviado para as montanhas. A vegetação mudou totalmente. Agora temos árvores, bosques úmidos. Parece com a nossa serra do mar.

A Ruta vai entrando e você sobe, desce e faz curvas, quando de repente dá de cara com o portal USHUAIA FIN DEL MUNDO.

Ali paramos para a famosa foto e adotamos um amigo ou fomos adotados. Sim, um cachorro, um labrador. Paramos as motos e ele vem com um pedaço de pau, um galho e põe na sua mão pra você jogar e ele vai buscar, traz, coloca novamente na sua mão e quer brincar o tempo todo.

Bom, após a foto, vamos procurar um hotel pra ficar. Achamos um muito bom e confortável, só que nos três dias que lá ficamos, trocamos todos os dias de quarto, ora pra um melhor, ora pra outro menos confortável. Mas ficamos bem.

Em Ushuaia, fomos procurar pra fazer os passeios e escolhemos os mais cotados.

Fomos fazer um off road de 4×4 para conhecer as castoreiras.

E no outro dia fizemos o parque nacional e o passeio de catamarã para ver os pinguins e leões marinhos.

Tudo muito show. Iríamos ficar mais um dia, mas teríamos que procurar um outro hotel e aí resolvemos seguir viagem, agora para El Calafate.

Saímos de Ushuaia. Eram umas 11:00 hs. Fomos para a fronteira, fizemos os trâmites, o rípio e dormimos em Cerro Sombrero –Chile.

No outro dia pela manhã saímos as 8:30, pois a balsa começa às 9:15 hs. Atravessamos, fizemos os trâmites novamente, pois teríamos que sair do Chile e entrar na Argentina, e fomos para El Calafate.

Chegamos, procuramos um hotel e conseguimos um muito bom. Aliás, na cidade só tem bons hotéis e com bons preços.

No dia seguinte fomos conhecer o parque nacional dos glaciares, conhecer Perito Moreno, uma geleira que nos últimos 50 anos tem mantido seu tamanho, ao contrário das demais que estão encolhendo.

http://paraondefomos.com.br/glaciar-perito-moreno-que-precisa-saber/

Perito Moreno é simplesmente lindo.

À noite jantamos, cerveja e no dia seguinte rumo a estrada, pois já seria o início do retorno. E assim fomos tocando de cidade em cidade, lidando com os ventos muito fortes. E olha que tanto na ida quanto na volta, não pegamos situações de chuva.

Em resumo, a viagem foi ótima, com lugares lindos e as dificuldades foram superadas sempre com amizade.

A patagônia, tanto do lado argentino como do chileno, é linda. Ficaram muitos lugares para se conhecer e que merecem novas viagens.

Agora vamos descansar e nos preparar para a próxima

Como dizem nossos Hermanos.

BUENAS RUTAS!

Confraternização 2017

 

Click aqui para ver vídeo

Click aqui para ver as fotos

Mais um ano de amizade e estrada,  nada melhor do que comemorar na estrada. Destino Araçatuba 510 km de SP.

Saída sexta feira dia 01/12, motores ligados as 12:30, 10 motos! ah se teve carro?… teve sim… foi no sábado! nem conto quem… começa com W e termina com anzer ha ha ha

Estrada tranquila… anda um pouquinho e para um pouquinho… HD… sem comentários kkkk brincadeira … andou bem… fez até 180 km,  sem chuva, calor , chegaram por volta das 18 h, colocaram os chinelos e foram no Bar Bola 7 (Cumpim casquerado e breja gelada), boas horas de risadas!!

Sábado dia de preguiçaaaa, acordar tarde ficar jacarezando na piscina… ah sim teve Sol… tem gente que está ardendo até agora né Pivão… ali ficaram … breja, porções, música, prosa e aguardando o cara do carro chegar kkkk… se juntaram a turma por volta das 12 h, e na piscina ficaram… teve sorteiro do amigo secreto/ amigo da onça(ah este rendeu kk daqui a pouco conto), no final da tarde a meninas foram de carro até o shopping comprar os presentes do amigo secreto ( só risada…) e os meninos não tiraram os pés da piscina, breja , prosa e mais breja… teve gente que travou a língua!.

A noite jantar da Confraternização, música,  brinde com Champagne, comemoração de 21 anos de casamento do Pivão/ Bandita whohoooo  muitas felicidades ao casal que venham mais 21s! Jantar excelente! tudo muito lindo mas já era hora de começar o amigo secreto / ONÇA (esse rendeu daqui a pouco eu conto),  teve sorteio de um brinde … a Rosana ganhou… sortudaaa! e começa o amigo secreto…. muita mas muita risada… como é bom confraternizar… como é bom estar com amigos! a noite se ia … a Claudia tirou fotos dos casais pra recordação nas decorações de Natal no Hotel ….  tinha impressora e tudo,  essa não é fraca não… ficaram lindas as fotos! Parabéns!

Noite deliciosa… dia seguinte bora voltar pra casa… saíram por volta das 09 h, ah  não podia faltar , o pneu da moto do Belo estava nas últimas então…  a Céu voltou de carro com o Wanzer/ Soninha kkkk… viagem tranquila de muito calor sem chuva…

Fechamos 2017 com muitos kms e muita alegria que venha 2018!

Boas Festas!!!

Ah… estão querendo saber do amigo da ONÇA… hummm conto ou não conto… ah veja as fotos….  kkkkk

Bate & Fica Ribeirão Preto

Clique aqui para ver as fotos

As motocas  ali na garagem … algumas cobertas outras empoeiradas na esperança de um dia seus donos as levam para passear…. kkk que drama… então a Bandita agitou um esquenta no fim de semana para Ribeirão Preto.

Sábadoooo faça Chuva ou Sol lá estavam no ponto de encontro… 03 casais… 06 motos… uauuu … Edna/Sidnei, Rosana/ Manolo e Bandita/Pivão,  esses maridos  não acham parceiras assim… nem na P….P kkk . Saíram por volta das 9:30 h , estrada ótima… sem chuva… calor danado… 34º. Foram direto para o Hotel Vilage Inn , colocaram chinelo e foram almoçar na Cantina da Picanha, indicação da Rosana… muito boaaaa… lá encontraram o filho da Ro com a nora… boa comida e prosa.

Final da tarde papo na piscina do Hotel e a noite fecharam no Pinguim com alguns Chopps.

Domingo… preguiçoso chuva a noite toda… de manhã nublado , saíram por volta das 10h… um pouco de garoa no início… parada pra colocar capa e abastecer… mas depois a chuva parou e foi tranquilo o retorno.

Todos com a energia renovada para mais uma semana! Sexta feira tem mais hein!!!

 

Bate & Volta – Restaurante Vila Antiga – Campinas

Clique aqui para ver as fotos!

Feriado 07 de setembro , turma no sofá… resolveram conhecer o Restaurante Vila Antiga em Campinas no sábado dia 09.

Só foram o casal Rosana/Manolo e Bandita/Pivão…  saíram por volta das 10:30 do ponto de encontro… estrada ótima dia ensolarado.

Lugar sensacional… comida boa de mais da conta … aconchegante, um pequeno museu , desde máquinas de datilografar( quem é dessa época?!!, eu era muito nova, não conheço kkk) a carro antigo Ford.

Vale voltar novamente! de domingo tem música ao vivo! muito bom!

Valeu turma! até o próximo encontro!