Bate & Fica Araçatuba

clique aqui para ver as fotos

Esta semana rendeu passeios para vários gostos… opção de congelar em SC ou Sol de 30º Araçatuba. A turma que virou pinguim saíram na quinta (Patrões) Wanzer, Tio Belo e Wagner para SC  e no sábado ( Peãos) Rosana/Manolo e Bandita/Pivão para Araçatuba kkk .

Saímos no sábado do ponto de encontro as 7:30 depois de arrumar o farol da moto sei lá de quem… frio até o Posto Rod Serv Star, depois foi esquentando até bater os 30º, estrada boa de mais da conta… paramos mais uma vez para abastecer e um café… chegamos no Mariá Plaza Hotel por volta das 14 h. Gente o Hotel é shoW ! vale marcar com a turma toda… bar de piscina, restaurante, quartos e chuveiro ótimos! fica pertinho do Bola 7.

Colocamos chinelo, bermuda , biquini, bronzeador… partiu piscina… ficamos tomando umas geladas devido o calor.. sabem 30º, beliscamos algumas porções e a prosa estava tão boa ( quem não foi nem conto o que rolou kkkk) que saímos de lá as 18 h e marcamos para ir comer cupim casquerado no Bola 7 as 20h.

Depois de um dia regado de coisas boas… fomos descansar. No domingo marcamos a saída mais tarde pois o Sidnei não veio kkkkk saímos por volta das 9:30 h demos uma passadinha em Promissão para a Rosana ver a Mãe dela  e pegamos a estrada sentido Sampa por volta das 11h. Rodamos muito bem… foi uma puxada boa… só sei que estava a 140 km/h e a Ro colada na Bandita kkk

Viagem de 1100 km rodados com gostinho de quero mais! por mais fds assim!

Até a próxima!

Cambará do Sul

A vontade de andar de moto apertou. Com um alvará na mão, então vamos convidar os amigos

Convite feito, mas pra sair na quinta e voltar no domingo, fica um pouco mais difícil achar companhia assim em cima da hora, mas doido é que não falta… Belo de carta nova e a fim de andar, o Wagner também topou, assim combinamos…

Saída para quinta feira as 7:00 do posto da Imigrantes.

Cheguei cedo, logo o Wagner e Belo também…. Acreditem, chegou antes do horário, deu até pra tomar café. Obrigado Pakito, por ter acordado ele.

Bom, pra estrada as 7:00 em ponto. Nosso destino, Praia Grande-SC, cidade de aproximadamente 7.000 habitantes. É uma boa opção para se conhecer os cânions de Itaimbezinho e a Fortaleza, que ficam no município de Cambará do Sul-RS

Tocamos bem, chegamos lá umas 19 hs. Fomos pra uma pousada que se chama Pacatatu, fizemos o check-in e fomos comer, afinal seria a primeira refeição tirando o pastel de camarão em Laguna. Comemos e bebemos, pegamos umas dicas com o proprietário da pizzaria, que é secretário de turismo do município. Dicas na mão, contratamos um transporte pra sair as 7 da manhã e fomos dormir.

Sexta, 7 em ponto, o Leonardo, dono de uma Hilux, estava na pousada. Subimos pela Serra do Faxinal. Esta serra começa em Praia Grande e termina em Cambará. Na parte alta faz muito frio. As plantações, os pastos, tudo gelado. Nesta noite tinha geado. Pra nós, turistas, um visual lindo, pra eles prejuízo. Perdem as lavouras, as hortas e os animais sofrem. Bom … Já em Cambará paramos pra tomar um café da manhã, pois na pousada o café começa as 8 e nós saímos as 7:00, então fome né!

Barriga feliz, partimos para conhecer os cânions. Primeiro o Fortaleza, lugar show, lindo mesmo. Depois fomos almoçar no restaurante colonial em Cambará. Muito bom, muita variedade e comida muito boa mesmo. Já abastecidos, fomos conhecer o Itambezinho, também muito bonito. Por fim eram 17:30 e já tínhamos conhecido os cânions e só faltava um belo por do sol que fomos assistir e depois volta a pousada

Tomamos nosso banho e saímos pra comer. Amanhã, sábado, começamos a voltar, mas tínhamos combinado de conhecer Torres –RS.

Sábado, café da manhã 7:30 hs (pedimos pra antecipar) e as 8:00 marmita quente, rumo a Torres, cidade divisa de SC-RS. Muito bonito o morro do farol e o parque da guarita, depois rumo a Joinville tomar um chopp. OBA.

Bom chegamos e fomos direto ao Pórtico onde fica a choperia. Lá pedimos um chope cada um e uma porção de fritas para quebrar a fome, afinal estávamos só com o café da manhã, quando nos demos conta que tínhamos que reservar o hotel. Surpresa, os valores estavam um absurdo. A cidade estava tendo um festival de dança, o que é tradicional nesta época, mas como não somos dançarinos, não sabíamos. Começamos a ver que teríamos que parar de beber, pois íamos pra Garuva. Lá reservamos por telefone um hotel e acabamos nos dando bem.

O proprietário do hotel um Sr muito legal. Só poderia ser, pois é um motociclista. Batemos papo, descarregamos as motos, tomamos banho e saímos a pé pra comer alguma coisa, tomar uma cerveja e cama.

Domingo café da manha e estrada, chegamos todos bem e de alma renovada.

Ate próxima.

Bate & Volta Serra da Macaca

Clique aqui para ver as fotos.

Feriado Corpus Christi, a turma no sofá… as motocas querendo andar… então… bora motocar. Wanzer viu que o tempo era de Sol, Pivão sugeriu conhecer o Parque Ecológico Carlos Botelho, ou Serra da Macaca, um trecho da Rodovia Nequinho Fogaça (SP-139), em São Miguel Arcanjo (SP) cerca de 200 km de Sampa,  35 km de Serra muito linda e de muitas curvas, foi pavimentada somente em 2015.

Ponto de encontro Road Shopping km 72 da Castelo, saída as?! bom primeiro a Devassa da Edna ( digo moto) não pegava na casa dela, ficamos esperando… Chegaram no ponto de encontro e foi trocar a bateria… pastilha de freio… etc… como  A M I Z A D E é gde os esperamos kkkk , saímos por volta das 10 h, há… o horário de saída?! era as 9 h. Teve amigos que não foram… um com piriri outro sem habilitação, outro sem alvará e outros sei lá.

Dia lindo, estrada maravilhosa, moto e amigos… coisa boa de mais da conta. Chegamos na Serra por volta das 12:30 h, descemos devagar curtindo a paisagem, linda mesmo, paramos para algumas fotos e  seguimos até o posto Buenos Aires em Registro, Pivão sugeriu almoçar em Cananéia, cerca de 60 km e lá fomos nós! Almoçamos no Restaurante Porto Camarão, com direito a moquecas, caldeiradas… deliciosa a comida.

Hora de voltar! Saímos por volta das 17h , estrada boa,  adentramos a noite com céu  estrelado, paramos para abastecer antes do Fazendeiro, Wanzer/Soninha foram pela praia e Pivão/Bandita, Sidnei/Edna e Wagner/Ana pela Serra do Cafezal.

Esse Bate & Volta foi Show!!! 619 km rodados, por mais dias assim… até o próximo!

 

Bate & Fica – Colônia Witmarsum

Click aqui para ver as fotos

Fim de semana estava se aproximando e a vontade de andar de Bike era grande, então:

Wanzer convidou a turma para um passeio em uma colônia de descendentes Alemã a mais ou menos 60 km após Curitiba.  A saída era para dia 02/06 (sexta), Convite feito, mas, uns iriam viajar pra fora outro sem carta os outros com compromisso familiar então Manolo Solo, pois a Ro tinha compromisso com a Mãe, Ana e Wagner confirmaram mas só poderiam sair no sábado então Wanzer e a Soninha pegaram a estrada já na sexta, saindo cedo e chegando na colônia por volta das 15 horas descarregaram e saíram para comer algo e conhecer um pouco a Colônia.

No sábado Manolo, Wagner e Ana se encontraram às 05:30 h no primeiro posto da Regis após o Rodoanel.  Manolo vindo de Guarulhos e Wagner e Ana vindo de Itu.

O Wanzer foi pelo litoral e os outros pela Regis.  Viagem ótima, frio no começo, pois era muito cedo, mas depois veio o sol e ficou super bom.

Fomos para a Colônia Witmarsum que leva o nome da cidade catarinense de onde seus fundadores menonitas migraram na década de 50.  Hoje vivem lá aproximadamente 1500 habitantes, divididos em 5 glebas (aldeias) que rodeiam o centro comercial local.

Manolo, Ana e Wagner chegaram por volta das 11:00 h e foram direto para a Pousada Katarina encontrando Wanzer e Soninha.  Detalhe: na pousada tem cerveja artesanal feita ali mesmo (ótima) que já tomamos na chegada para uma saúúúúúde !

A pousada é um mimo com quartos ótimos, embora não tenha café da manhã, o que é normalmente feito na rua comercial nos famosos cafés coloniais.

Saímos para conhecer os pontos de turismo, indo até uma fazenda de cultivo de cogumelos, onde conhecemos as câmeras que estão os bichinhos.  Lá tem um barzinho onde já tomamos outra cervejinha comendo cogumelos recheados e fritos, conhecemos um casal de Floripa que andam de HD e ficamos conversando, eles têm um blog sobre suas viajem vamos visitar.

Fredleenaestrada.com.br

Dali fomos direto para um restaurante pra lá de bom cuja especialidade é o tradicional Heisben (joelho de porco).  Muito bom!  Soninha tomou um suco natural de amora junto com Manolo.  O Heisben veio acompanhado de chucrute e purê de maçã.

Wanzer, Soninha e Manolo foram conhecer o Museu da cidade e Wagner e Ana ficaram esperando.

Na sequência fomos experimentar um Apfelstrudell em um local, mas o Wanzer apontou que tinha um melhor.  Fomos para um local chamado Kliwer, onde tem mil motos e o Apfelstrudell é servido com sorvete de creme.

Surpresa ! Aparecem Pivão e Bandita que nos acharam pelas nossas motos que estavam no estacionamento.  Isso era sábado final da tarde. Os porretas resolveram  encontrar a turma e não falaram nada… saíram  as 11 da matina de Sampa. 

Saindo dali fomos a uma loja de artesanato, bem na frente do Kliwer e já fazia noite e começava a esfriar.  Voltamos pra pousada e resolvemos tomar um vinhozinho da região comendo queijos feitos também na Colônia.

Embora a pousada não forneça café da manhã, a hospitalidade deles é super boa e há uma pequena cozinha que fica à disposição dos hóspedes, onde bebemos nossos vinhozinhos e comemos nossos queijinhos.

No dia seguinte o Manolo fez café na máquina e tomamos comendo uns biscoitos e pãezinhos da noite anterior, e mais um queijo, para variar.

Voltamos pela Regis, e antes disso a moto do Wagner disse que queria óleo e o Pivão tinha reserva e foi colocado na moto.  No Fazendeiro Wanzer e Soninha pegaram o caminho do litoral e os outros seguiram pela Regis sem problemas na Serra do Cafezal.

Chegando em São Paulo Wagner errou a entrada do Rodoanel e teve que fazer o retorno e seguir para Itu levar a Ana.  Os outros acertaram e foi tudo bem até em casa.

De Itu, Wagner deixou a Ana e voltou para São Paulo numa ótima.

Valeu mais essa !

Bate-volta Paraty

Fim de semana chegou, o Climatempo dizia que era com chuva, mas a vontade de andar era maior, então convidei a turma para uma bate e volta. Mas um tinha um compromisso o outro também, outro medo da chuva, enfim fomos nós

Sábado, saída as 8:00 hs primeiro posto da Trabalhadores, o posto do OI

Chequei cedo, logo chegou o Manolão e depois Belo e Pakito

O Pakito estava com a lâmpada de baixa queimada, o Manolão já se prontificou e fez o serviço. Assim fomos para a estrada

Belo ficou encarregado de pagar os pedágios e lá fomos nós. Primeira parada Arco Íris em Roseira. Lá encontramos um pessoal, uns 15 que também iriam para Paraty, mas desceriam por Rio Claro via túnel que chora. Inicialmente era nosso objetivo, mas achamos um pouco tarde pois acrescenta 100 km e a gente era só bate almoço e volta. Então resolvemos descer por Cunha e assim fomos, estrada limpa, pouco transito, muito boa. Chegamos em Paraty por volta das 12horas e fomos direto a Praia Grande. Esta praia fica no km 561 da Br sentido Angra. Lá tem um portinho onde os pescadores descarregam seus pescados e restaurantes simples mas com uma ótima comida .

Fomos até a peixaria que fica bem ao lado e compramos camarão, peixes, etc … enquanto eles limpavam, fomos até o restaurante ao lado e pedimos dois pratos, já que serve duas pessoas cada prato. Comemos robalo frito, arroz, feijão e salada, muito bom mesmo. Ahh, tomamos umas cervejas também, afinal somos humanos.

Depois, fomos conhecer uma prainha muito legal pra levar a família pra passar um fim de semana. A pousada tem apenas 4 aptos, mas é muito legal, simples, mas muito bonita. A praia é como se fosse exclusiva pra pousada e tem uma piscina com água que vem da serra.

Lá tomamos um café que fizeram para a gente, dali viemos embora. Subimos pela serra de Taubaté, serrinha show, muito gostosa pra subir. Paramos lá no mirante, tomamos mais café, comprei queijo e seguimos. Paramos no posto 7 estrelas próximo a Dutra pro pessoal dos v-8 abastecer

Nos despedimos e viemos juntos pela Dutra até Guarulhos, onde a turma ficou e eu segui até em casa.

Resumo, andamos quase 600 km, almoçamos muito bem, risadas 1000, renovamos as baterias

Valeu o passeio, obrigado a todos e até a próxima.

Ah… para quem está perguntando se não teve contratempo… sim, mais uma vez a pedra era redonda !!!

Marmelópolis

Um dia desses, o Wanzer, fuçando na internet, descobriu uma cidadezinha chamada Marmelópolis, em Minas Gerais. A terra do marmelo. Achou interessante e perguntou pra turma se topavam ir. Não deu outra, todo mundo topou. Parte do grupo saiu na sexta feira – Wanzer/Soninha, Wagner, Sidnei/Edna, Manolo/Rosana e Edson/Cláudia. A outra parte, saiu no sábado.

Saímos do posto do Oi às 08h00, sem atrasos, Sidnei puxando. Saímos da Dutra em Lorena e pegamos a serra da Mantiqueira. Serrinha bonita, com curvas fechadas, paisagem linda, maior parte de asfalto com alguns (poucos) buracos e outra parte de bloquetes intertravados. Fomos bem até Marmelópolis. Chegando lá, o guia da excursão programada já estava nos esperando. Descarregamos as malas, tomamos um cerveja enquanto esperávamos a van e depois fomos almoçar numa fazenda de criação de trutas e que tem 3 lindas cachoeiras para visitar. Comida típica mineira, boa… Depois do almoço o pessoal saiu para conhecer as cachoeiras, menos Sidnei e Wagner, que ficaram na rede tirando uma soneca. Na volta para o hotel, ainda uma parada em um lugar para comprar queijos. O pessoal encheu os alforjes de queijos. A noite fomos conhecer a cidade e tomar sorvetesssss. O Wanzer queria sorvete de marmelo, mas não teve jeito, não tinha. Teve que se contentar com outro(s) sabores. Compramos água para nossa caminhada do dia seguinte e voltamos. No hotel, direto descansar, pois dia seguinte íamos acordar de madrugada, para outra excursão programada.

Às 05h30 todos de pé para o café da manhã. A dona do hotel ainda preparou lanches para levarmos no nosso passeio, programado para durar o dia todo. Uma hora de van até o ponto de partida da caminhada. Uma subida no morro do Marins. Wagner preferiu não se arriscar e ficou no hotel. No início tava tranquilo, mas começou a ficar difícil. Descobrimos então, que não era só uma caminhada, era praticamente uma escalada. Terreno bem acidentado, cheio de rochas espalhadas por todo lado. Tínhamos que subir pelas rochas, às vezes engatinhando, outras vezes nos puxando para cima. Chegamos mesmo a usar uma corda para subir uma parede de uns 3 metros de altura. Passávamos por tufos enormes de capim que chegavam a cobrir nossos corpos e tampava a visão. Em outros trechos, caminhávamos pelas rochas, paralelos ao cume do morro, tomando o maior cuidado para não escorregar e cair. Não tinha nenhum tipo de salvaguardas, ou cordas, ou amuradas de qualquer tipo para nos apoiar. Outros trechos tínhamos que nos espremer entre 2 rochas para passar por passagens super estreitas. Uma hora antes do fim do caminho, Soninha e Cláudia resolveram parar. O resto do grupo seguiu, mas também, depois de meia hora naquele ritmo extenuante, desistiram e resolveram voltar. Encontraram-se com as meninas e voltaram para a base. Foram 8 horas e meia de escalada num terreno bastante difícil. Montanhismo mesmo… A paisagem lá em cima é linda, um mar de morros verdejantes contra um céu azul clarinho. No começo, encoberto por uma névoa espessa, mas depois a névoa foi se dissipando, descortinando uma vista grandiosa. Muito bonito de se ver. Nesse aspecto, valeu o esforço. Mas todos voltaram cansados e doloridos para o hotel.

Enquanto esse pessoal sofria no morro, o restante que viria no sábado já estava na estrada. Vieram no sábado, Pivão/Bandita, Belo/Céu e um casal de amigos deles, o Toninho e a Lu. Também vieram bem, mas resolveram parar em Delfin Moreira para almoçar e só depois seguir para Marmelópolis. Lá encontraram com o Wagner, que ficou conhecendo a cidade. Deve ter ficado muito tempo ocioso, pois a cidade é muito pequenininha. Quando o povo que foi na caminhada retornou para o hotel, só estavam acordados o Wagner e o Pivão. O resto, nos quartos descansando. Mesmo cansados, marcamos de ir numa pizzaria da cidade para relaxar. Contamos os “causos”, rimos de nossa desventura escalando o morro e voltamos para o hotel.

Dia seguinte, saída marcada para as 10h00. Mas às 08h30 já estavam todos no café. Acabamos saindo às 09h00. Saímos todos juntos, Pivão puxando. Na serra, ele, Bandita, Sidnei, Edna e Toninho/Lu se desgarraram dos demais. Pararam em Delfim Moreira para esperar o resto do povo, mas eles não apareciam. Sidnei e Pivão voltaram para tentar encontrá-los e foram avisados que pegaram outro caminho na entrada da cidade. Então os 2 retornaram e seguiram em frente. No primeiro posto de gasolina em Lorena, pararam para abastecimento e finalmente conseguiram contato com o resto do grupo, todos já no posto do Arco-Íris. Seguiram para lá e finalmente o grupo se reuniu outra vez. De lá, batida direta até o posto do Tchau na Ayrton. Edson e Cláudia seguiram pela Dutra. No posto, alguns almoçaram, outros só no cafezinho. Despedidas, e pra casa. Foi uma viagem tranquila e emocionante pela escalada no morro. Muito sol, apesar da temperatura amena. Sem contratempos. Fazia tempo que a turma toda não se reunia para um passeio. Até que enfim. Valeu.

O alvará do Pakito

Nosso amigo Pakito recebeu um alvará Premium (por bom comportamento) e convidou a turma pra fazer uma bate e volta. Fizemos um roteiro e bora nós.

Saímos do primeiro posto da Airton Senna, o posto do Oi, horário e data definidos

Alguns amigos tinham compromisso outros não estavam a fim de acordar cedo, mas nós fomos

Belo, Pakito, Manolão e Wanzer

Sábado dia 18/03 -Saída as 7:00 horas

Chegamos mais cedo, acreditem o Belo não se atrasou, tomamos café e saímos.

Primeira parada no Graal Club dos 500 Guaratinguetá, banheiro, abastecer, cafezinho e estrada, dali saímos no km 51 Lorena sentido Piquete

Subimos a serra. Linda curvas e mais curvas, um visual show, paramos para fotos em um mirante e continuamos a subir, passamos o trevo de Piquete e seguimos. Esta região é de Araucárias, visual muito bonito. Próximo a Itajubá paramos para comprar queijos e seguimos sentido Piranguinho (Terra do pé de moleque), no trevo seguimos sentido a Brasópolis, Paraisópolis, São bento do Sapucaí.

De Brasópolis a Paraisópolis a estrada é tranquila, bonita e arborizada, formando em alguns trechos um túnel e passando por propriedades rurais. Muito bonita mesmo.

De São bento do Sapucaí seguimos sentido Campos do Jordão onde combinamos tomar uma cerveja e comer alguma coisa

Este trecho é de serra e que serra! Curvas e mais curvas e sempre subindo coisa linda, muitas curvas e um visual de tirar o folego.

Chegamos em Campos, estacionamos as motos de frente a um restaurante e ali mesmo tomamos nossa cerveja e comemos, dali seguimos com destino as nossas casas.

Põe roupa de chuva, não põe roupa de chuva… não colocamos roupa de chuva e tomamos um banho, achamos um lugar paramos pra colocar as capas e seguimos. Lavamos a alma.

Despedimos no posto do (tchau) e fomos para casa.

Rodamos 550 km, comemos queijo, falamos besteira, tiramos o sarro um dos outros e dos outros também, brincamos nas curvas, nas retas, nas subidas e descidas, tomamos uma deliciosa cerveja e uma refrescante chuva, estamos prontos para o nosso passeio no fim do mês.

Por incrível que posa parecer, o Belo não chegou atrasado e nem caiu. Estamos todos felizes!

Até a próxima.

Serra do Corvo Branco

Quinta feira dia 16, eu já vinha acompanhando o clima tempo da região de Grão Pará e Urubici- SC há um bom tempo, desta vez não deu outra, a previsão era de tempo bom todos os dias. Era o que precisava para ir pra lá , objetivo a serra do Corvo Branco.

A serra do corvo branco foi a primeira estrada a ligar o litoral à serra de Santa Catarina e tem formação rochosa de 160 milhões de anos. Ela faz parte da rodovia sc-439, entre Urubici e Grão Pará.

No início da serra do corvo branco há uma placa que explica as formações rochosas da região. Ao longo da descida há uma faixa vertical de rocha mais escura. Esta parte da rocha, um dique de basalto, foi formada há 160 milhões de anos, e resultou do resfriamento de lava incandescente.

O basalto, chamado também de formação serra geral, cobre toda a extensão do arenito. Um dos pontos mais característicos da estrada é a garganta, onde a estrada corta dois paredões de pedra paralelos, com cerca de 90m cada. O trecho, segundo informações passadas pela prefeitura de Urubici, é considerado o maior corte em rocha arenítica do brasil. Do lado esquerdo o paredão é úmido e do lado direito é seco. Isso se justifica por causa da inclinação leste-oeste do arenito Botucatu, que forma o aquífero guarani.

A estrada tem este nome por causa do Urubu-rei, ave de plumagem branca que foi, erroneamente, chamada de corvo.

Então com um tempo bom destes só me restava achar uns doidos para me acompanhar

Assim, fiz um convite geral , mas como estava em cima da hora as pessoa já haviam marcado compromisso, mas, tinha dois doidos o Belo e o Manolão que toparam me acompanhar .

Marcado o local de encontro posto fazendeiro rod. Régis Bittencourt, Miracatu – sp

Saimos 7:20 rumo a Urubici, Belo ficou como sempre de pagar os pedágios e assim fomos

01 parada foi no Alpino , abastecemos , cafezinho e estrada

02 parada foi no posto Sinuelo-Araquari / SC ( eleito o posto mais bonito do brasil em 2015)

Abastecemos comemos alguma coisa e estrada.

03 parada Imbituba, mas antes ….

Quem não se lembra de ter visto na infância um avião soltando papel ou coisa assim, a gente corria atrás dos papeiszinhos pra pegar, coisa de xarope mas coisa de criança, era difícil pegar, o papel dava um baita baile na gente .

Pois bem, paramos no pedágio o meu amigo Irlandês guardava o dinheiro em notas em um porta luvas na moto , quando foi pagar o pedágio o dinheiro, várias notas de 2 reais saíram voando

Imagina, eu e o Manolo com capacete, luva e bota pisando nas notas pra pegar… caraca eu rachava de rir , é pior que cercar frango…

Bom voltando …

03 parada, Imbituba. Lá fizemos banheiro tomamos Gatorade e estrada .

Paramos na ponte em laguna para fotos e logo pegamos a estrada sentido Pedras Grandes, Orleans e Bom Jardim da Serra ou seja subindo o Rio do Rastro

Esta opção de sair por Pedras Grandes é um pouquinho mais longa, muito pouco, mas a beleza da estrada vale a pena .

Subimos o Rio do Rastro, paramos no mirante. O visual estava show, tempo limpo, dava pra ver muito longe, lindo mesmo.

Seguimos para Urubici, pois o Duda – este um lojista que vende carros e motos – tinha reservado duas CGs pra o Manolo e o Belo pois as motos deles teriam problemas pra fazer o trajeto.

O Duda é dono da duda”s car em Urubici, motociclista, faz parte do moto clube de Urubici, pessoa muito 10. Eu e o Pivão fizemos amizade com ele em uma outra oportunidade que estivemos lá, o cara nos deu as duas motos na maior confiança pra gente deixar as mesmas depois no hotel que ele pegaria na senda feira “este mundo dos irmãos motociclista não existe igual”

Bom motos alugados, levamos a S e a RT para o hotel, fiz o frete do Belo ate a loja e voltei buscar o Manolo os dois pegaram as CGs e foram abastecer. Voltei pro hotel e pedi umas cervejas e assim ficamos tomando e batendo papo entre nós e outros motociclistas que vinham conversar com a gente, de onde são, de onde vem, pra onde vão etc… legal.

Tomamos umas, subimos tomamos banho e descemos para jantar no hotel mesmo, comida boa, refri e cama. Afinal amanhã vamos brincar no corvo branco.

Domingo cedo tomamos café pegamos as motos e fomos direto pra corvo. Show, dia limpo, a vista da serra era linda, enxergava a distância. Já tinha estado lá outras vezes mas nunca com um dia tão limpo.

Então subindo …. Meu amigo Irlandês com sua Fan vermelha alugada, subindo, se deparou com uma pedra redonda, que ao mudar de segunda para primeira a roda da frente escorregou e a moto….. bla,bla,bla….. e quebrou o manete de freio …

Continuando…

Então descemos a serra, coisa linda. Paramos em vários pontos para foto e continuamos a descer. Linda, linda, linda. Do mirante mais uns 5 ou 6 km ela é a serra velha como sempre quis conhecer, depois mais ums 4 ou 5 km ela está asfaltada até Aiure, distrito de Grão Pará-SC

Um projeto do governo estadual de asfaltar a serra do corvo para dar acesso ao porto de Imbituba.

Bom descemos a serra, fomos até a igreja fotografar, tomamos uma cerveja, ficamos batendo papo com pessoal e subimos. O visual para descer é lindo e diferente do visual na subida, assim fomos parando, contemplando e fotografando. Paramos em uma bica, nos refrescamos, paramos mais e depois subimos ate o mirante onde paramos para comtemplar mais um pouco o visual e bater papo com o pessoal que lá estava, depois voltamos pro hotel … sem novo incidente!

Nos arrumamos e 14:30 horas seguimos para Joinville, objetivo: tomar um Chopp OPA (Micro cervejaria em Joinville SC) e procurar um hotel

Descemos a serra do Panelão que termina em Palhoça e seguimos a Joinville. Tomamos nosso Chopp, beliscamos umas batatas e fomos para o hotel, tomamos banho e pedimos um taxi pra nos levar comer alguma coisa (esta parte só podemos contar pessoalmente )

Ai, depois de ir e não achar o restaurante indicado aberto, o taxista nos deixou em uma pizzaria próximo do hotel. Comemos, tomamos cerveja e hotel novamente, afinal o próximo dia seria segundona, dia de voltar

Assim saímos antes das nove com destino as nossas casas.

Nos despedimos no fazendeiro de onde Manolo e o Belo seguiram pela serra do cafezal e eu voltei pela praia.

Passeio maravilhoso, os amigos sem preço, simplesmente grandes amigos!

Valeu mesmo!!!